{"id":2289,"date":"2023-11-17T09:34:52","date_gmt":"2023-11-17T13:34:52","guid":{"rendered":"https:\/\/fundapam.com.br\/?p=2289"},"modified":"2023-11-17T09:34:53","modified_gmt":"2023-11-17T13:34:53","slug":"plantio-de-arvores-nativas-da-amazonia-recupera-areas-de-preservacao-permanente-no-sudeste-do-para","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/noticias\/plantio-de-arvores-nativas-da-amazonia-recupera-areas-de-preservacao-permanente-no-sudeste-do-para\/","title":{"rendered":"Plantio de \u00e1rvores nativas da Amaz\u00f4nia recupera \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente no Sudeste do Par\u00e1"},"content":{"rendered":"\n<p><em>O plantio de esp\u00e9cies nativas para recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente e a implanta\u00e7\u00e3o de SAFs s\u00e3o recomendados para restaura\u00e7\u00e3o florestal na regi\u00e3o amaz\u00f4nica<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><br> Trabalho participativo da pesquisa junto a agricultores familiares do Sudeste do Par\u00e1 revela que o plantio de esp\u00e9cies nativas &#8211; florestais e frut\u00edferas &#8211; \u00e9 a forma mais indicada de recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente na regi\u00e3o amaz\u00f4nica.  Para as \u00e1reas de reserva legal, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 a implanta\u00e7\u00e3o de Sistemas Agroflorestais (SAFs).<\/p>\n\n\n\n<p>Realizado no projeto de assentamento Mamu\u00ed, no munic\u00edpio de Itupiranga, o trabalho aposta na ado\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de baixo custo de restaura\u00e7\u00e3o florestal, como o plantio de sementes pr\u00e9-germinadas e mudas de esp\u00e9cies j\u00e1 existentes no local. O objetivo maior da iniciativa \u00e9 reduzir o desmatamento e melhorar a condi\u00e7\u00e3o socioprodutiva dos agricultores familiares na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p>O Sudeste do Par\u00e1 concentra uma grande quantidade de projetos de assentamentos que abrigam milhares de fam\u00edlias de agricultores. Em geral, a ocupa\u00e7\u00e3o cumpre uma l\u00f3gica de abertura de \u00e1reas de floresta para atividades produtivas, seguindo o processo tradicional de derrubada e queima. \u201cOs locais pr\u00f3ximos a nascentes e igarap\u00e9s s\u00e3o os mais visados para derrubada. \u00c9 uma estrat\u00e9gia do pequeno agricultor instalar a casa nesses locais, para ter acesso \u00e0 \u00e1gua e afastar animais pe\u00e7onhentos\u201d, explica o pesquisador Ademir Ruschel, da Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas \u00e1reas, no entanto, s\u00e3o consideradas pela legisla\u00e7\u00e3o como de preserva\u00e7\u00e3o permanente e o seu desmatamento gera um passivo ambiental para a propriedade. Tamb\u00e9m comp\u00f5em o quadro de degrada\u00e7\u00e3o ambiental a agricultura e a pecu\u00e1ria com baixa ado\u00e7\u00e3o de tecnologia, caracterizada pela derruba e queima, e que dependem do abandono e reabertura de novas \u00e1reas para renovar a fertilidade do solo.<\/p>\n\n\n\n<p>A regi\u00e3o \u00e9 um dos pontos de implanta\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es do Inovaflora, um dos 19 projetos que fazem parte do Projeto Integrado da Amaz\u00f4nia (PIAmz), parceria entre a Embrapa e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), com a\u00e7\u00f5es financiadas pelo Fundo Amaz\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p>No projeto de assentamento Mamu\u00ed, por meio da troca de experi\u00eancias, informa\u00e7\u00f5es e tecnologias e da constru\u00e7\u00e3o coletiva do conhecimento, a equipe e os agricultores implantaram sistemas de recomposi\u00e7\u00e3o com base na diversidade de esp\u00e9cies florestais nativas, frut\u00edferas, e outros cultivos agroalimentares j\u00e1 utilizados ou de interesse das comunidades.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tecnologias e diversidade para produzir sem desmatar<\/strong><br> \u201cLevamos tecnologias e constru\u00edmos alternativas com os agricultores para que eles possam se adequar \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o e produzir mais em suas \u00e1reas\u201d, explica a engenheira florestal Michelliny Bentes, pesquisadora da Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental e coordenadora do Inovaflora.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a pesquisadora, um dos principais gargalos nos trabalhos de recupera\u00e7\u00e3o envolve os custos com a produ\u00e7\u00e3o ou aquisi\u00e7\u00e3o de sementes, mudas e insumos, e com aduba\u00e7\u00e3o, viveiros e transporte at\u00e9 as \u00e1reas de plantio. \u201cEsses custos s\u00e3o altos na Amaz\u00f4nia. A obten\u00e7\u00e3o de sementes de esp\u00e9cies florestais nativas \u00e9 outro gargalo, assim como o conhecimento sobre seu desenvolvimento germinativo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Para contornar as dificuldades, a equipe do projeto avaliou em conjunto com a comunidade a utiliza\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica de plantio de sementes escarificadas ou pr\u00e9-germinadas, que, entre outros benef\u00edcios, diminui os custos na etapa de viveiro (semeadura, repicagem e condu\u00e7\u00e3o) e no transporte at\u00e9 o local definitivo de plantio.  \u201c\u00c9 uma t\u00e9cnica simples e barata que pode ser adotada pelo produtor com facilidade\u201d, explica o pesquisador Ademir Ruschel, integrante do projeto<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa t\u00e9cnica, as sementes das esp\u00e9cies escolhidas germinam diretamente sobre o solo, protegidas por uma cobertura de palha umedecida, e depois s\u00e3o levadas para o plantio nas \u00e1reas de recupera\u00e7\u00e3o. \u201cNo fim do processo, elas se desenvolvem t\u00e3o bem quanto uma muda que come\u00e7ou num saquinho com substrato e protegida pelo viveiro, ou mesmo avantajada, por preservar a forma\u00e7\u00e3o radicular, principalmente mantendo a raiz pivotante provida da coifa, o que fisiologicamente favorece \u00e0 sa\u00fade da planta\u201d, avalia Ruschel.<\/p>\n\n\n\n<p>Seguindo essa t\u00e9cnica, nas \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente escolhidas para recupera\u00e7\u00e3o, as sementes escarificadas ou pr\u00e9-germinadas foram plantadas de forma adensada e no dobro da quantidade de indiv\u00edduos previstos. \u201cIsso em fun\u00e7\u00e3o da previs\u00e3o de perda por mortalidade natural (sele\u00e7\u00e3o), condi\u00e7\u00f5es ambientais adversas e entrada de animais e de que nem todos tratos silviculturais seriam aplicados at\u00e9 o fim do estabelecimento das esp\u00e9cies plantadas. Mesmo assim, na \u00faltima avalia\u00e7\u00e3o \u2013 tr\u00eas anos ap\u00f3s o plantio -, a sobreviv\u00eancia se mostrou superior a 50%\u201d, explica Ruschel.  <\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m nesses locais, foram plantadas diversas mudas de esp\u00e9cies florestais fornecidas por viveiros para uma maior diversidade de esp\u00e9cies. A produ\u00e7\u00e3o de mudas em viveiro deve ser aliada \u00e0 t\u00e9cnica de plantio direto de sementes, principalmente em virtude da necessidade de armazenamento e per\u00edodo de plantio. \u201cSugerimos frut\u00edferas nativas, a exemplo do bacuri, a\u00e7a\u00ed, tapereb\u00e1, castanha-do-Par\u00e1, piqui\u00e1, graviola, cacau, cupua\u00e7u, ing\u00e1, uxi, buriti, puxuri, e esp\u00e9cies que fornecem \u00f3leos e resinas, como andiroba, cumar\u00fa, pracaxi, e copa\u00edba\u201d, completa.<\/p>\n\n\n\n<p>O a\u00e7a\u00ed nativo (Euterpe oleracea) foi outra aposta dos t\u00e9cnicos e dos agricultores nas \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente, conta Michelliny Bentes. \u201cCom isso o projeto conseguiu conciliar dois objetivos: reintroduzir uma esp\u00e9cie nativa no seu habitat natural e promover a atra\u00e7\u00e3o da fauna e o aumento da poliniza\u00e7\u00e3o, que se destaca com um dos mais nobres servi\u00e7os ecossist\u00eamicos para a restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais de 50 esp\u00e9cies arb\u00f3reas nativas, algumas j\u00e1 praticamente escassas na regi\u00e3o, foram introduzidas nas \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente que anteriormente estavam cobertas com pasto e uma regenera\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria empobrecida. Entre elas jatob\u00e1, amarel\u00e3o, mogno-brasileiro, maranhoto, timborana, pau-preto, jarana, suma\u00fama, fava-arara-tucupi, angelim-branco, oiti, bacaba e bacuri.<\/p>\n\n\n\n<p>Fotos acima: Vin\u00edcius Braga<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SAFs para a reserva legal<\/strong><br> Do grupo de oito agricultores que aderiram \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente, tr\u00eas tamb\u00e9m tiveram interesse em recuperar a reserva legal. Nesse trabalho, foram implantados sistemas agroflorestais em parcelas de 3.500 metros quadrados divididos em tr\u00eas componentes: n\u00facleo de produ\u00e7\u00e3o, frut\u00edferas de pequeno porte e ess\u00eancias florestais nativas. O primeiro \u00e9 o que reuniu o maior n\u00famero de plantas distribu\u00eddas entre a\u00e7aizeiro, bananeira e cacaueiro.<\/p>\n\n\n\n<p>A fam\u00edlia do agricultor Ant\u00f4nio Maur\u00edcio \u00e9 uma das que come\u00e7aram a recomposi\u00e7\u00e3o da reserva legal. O agricultor (foto \u00e0 esquerda) adotou um sistema agroflorestal para recuperar uma nascente localizada no seu lote. \u201cForam 45 mudas de banana, 90 de a\u00e7a\u00ed, 90 de cacau, al\u00e9m de mogno, andiroba, buriti e ip\u00ea. Tudo para proteger a \u00e1gua da minha \u00e1rea\u201d, conta. Ele tem observado que a vegeta\u00e7\u00e3o das nascentes \u00e9 condi\u00e7\u00e3o fundamental para manter a qualidade da \u00e1gua. \u201cAs nossas \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente devem estar cobertas com vegeta\u00e7\u00e3o nativa e produtiva tamb\u00e9m. Se descobrirmos tudo, isso compromete a qualidade da nossa \u00e1gua\u201d, acredita.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisadora Michelliny Bentes destaca que um importante benef\u00edcio ecol\u00f3gico observado nas avalia\u00e7\u00f5es a campo, nas \u00e1reas do projeto de assentamento Mamu\u00ed, \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de pequenos corredores ecol\u00f3gicos, que est\u00e3o se interligando \u00e0 reserva legal das propriedades. \u201cNo m\u00e9dio prazo, teremos uma nova forma\u00e7\u00e3o florestal trazendo mais benef\u00edcios \u00e0s fam\u00edlias de agricultores, al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o diversificada com os SAFs que tamb\u00e9m j\u00e1 come\u00e7am a dar os primeiros resultados de produ\u00e7\u00e3o\u201d, finaliza Bentes<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Benef\u00edcios que v\u00e3o al\u00e9m do ambiente<\/strong><br> A pesquisa aponta diferentes estrat\u00e9gias de restaura\u00e7\u00e3o e a escolha de uma depende do contexto local e dos objetivos da interven\u00e7\u00e3o na \u00e1rea, que podem ser resgatar os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos, melhorar a produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria e florestal ou diminuir passivos ambientais. Entre as estrat\u00e9gias est\u00e3o a reabilita\u00e7\u00e3o produtiva da \u00e1rea; o reflorestamento com sistemas integrados de produ\u00e7\u00e3o, como Sistemas Agroflorestais e Integra\u00e7\u00e3o Lavoura-Pecu\u00e1ria-Floresta (ILPF); o reflorestamento com plantio de esp\u00e9cies arb\u00f3reas; e a regenera\u00e7\u00e3o natural.<\/p>\n\n\n\n<p>Joice Ferreira, tamb\u00e9m pesquisadora da Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental, explica que os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos s\u00e3o fun\u00e7\u00f5es que os ambientes naturais prov\u00eam para os seres humanos. \u201cA poliniza\u00e7\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o e qualidade da \u00e1gua, do solo e outros s\u00e3o exemplos. A restaura\u00e7\u00e3o tenta justamente resgatar esses servi\u00e7os que foram perdidos a partir do desmatamento e degrada\u00e7\u00e3o. Trazendo a floresta de volta, permitimos o aumento da produ\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, de frutos, de culturas agr\u00edcolas, de alimentos e outros servi\u00e7os\u201d, acrescenta.<\/p>\n\n\n\n<p>Em locais onde o uso da terra \u00e9 mais recente, com a presen\u00e7a de florestas remanescentes por perto, a regenera\u00e7\u00e3o natural, que envolve somente o isolamento da \u00e1rea, \u00e9 uma boa estrat\u00e9gia, segundo os especialistas. J\u00e1 em \u00e1reas que foram abertas h\u00e1 mais tempo e onde n\u00e3o existem florestas por perto, o reflorestamento com o plantio de esp\u00e9cies nativas e tamb\u00e9m a implanta\u00e7\u00e3o de sistemas integrados s\u00e3o mais indicados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 importante que o agricultor tenha consci\u00eancia que esse ambiente \u00e9 uma \u00e1rea que vai ser perenizada. Ent\u00e3o a restaura\u00e7\u00e3o ou recupera\u00e7\u00e3o desse ambiente degradado tem que ser atrativa para o agricultor com o uso de sistemas de baixo custo e tamb\u00e9m com a obten\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios\u201d, ressalta o pesquisador Ademir Rushell. \u201cA recupera\u00e7\u00e3o pode, portanto, desempenhar a fun\u00e7\u00e3o de restaurar o ambiente e trazer benef\u00edcios sociais e econ\u00f4micos ao agricultor\u201d, conclui.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte:  Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O plantio de esp\u00e9cies nativas para recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente e a implanta\u00e7\u00e3o de SAFs s\u00e3o recomendados para restaura\u00e7\u00e3o florestal na regi\u00e3o amaz\u00f4nica Trabalho participativo da pesquisa junto a agricultores familiares do Sudeste do Par\u00e1 revela que o plantio de esp\u00e9cies nativas &#8211; florestais e frut\u00edferas &#8211; \u00e9 a forma mais indicada de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2290,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[20,19],"tags":[],"class_list":["post-2289","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-embrapa","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2289","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2289"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2289\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2291,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2289\/revisions\/2291"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2290"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2289"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2289"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2289"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}