{"id":3198,"date":"2024-05-21T08:40:23","date_gmt":"2024-05-21T12:40:23","guid":{"rendered":"https:\/\/fundapam.com.br\/?p=3198"},"modified":"2024-05-21T08:40:24","modified_gmt":"2024-05-21T12:40:24","slug":"pesquisa-confere-sustentabilidade-aos-robustas-amazonicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/noticias\/pesquisa-confere-sustentabilidade-aos-robustas-amazonicos\/","title":{"rendered":"Pesquisa confere sustentabilidade aos Robustas Amaz\u00f4nicos"},"content":{"rendered":"\n<p>Mapeamento das lavouras de caf\u00e9 Robustas Amaz\u00f4nicos na regi\u00e3o Matas de Rond\u00f4nia constatou que apenas 0,8% da \u00e1rea da regi\u00e3o \u00e9 utilizada para o cultivo do caf\u00e9 e dessa \u00e1rea somente 0,5% possui passivo ambiental. O estudo tamb\u00e9m mostra que nos 15 munic\u00edpios pertencentes \u00e0s Matas de Rond\u00f4nia, mais da metade da \u00e1rea est\u00e1 coberta por florestas. As \u00e1reas preservadas por reservas ind\u00edgenas ultrapassam 1 milh\u00e3o de hectares.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses resultados foram apresentados a produtores, t\u00e9cnicos extensionistas, empres\u00e1rios, representantes de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas ligadas ao setor cafeeiro, nos dias 9 e 10 de maio, no hotel Cacoal Selva Park, em Cacoal, RO. O mapeamento do uso e a cobertura do solo nas \u00e1reas de cultivo de caf\u00e9 nas Matas de Rond\u00f4nia integram o projeto CarbCaf\u00e9-RO.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A abertura do evento contou com a presen\u00e7a do secret\u00e1rio de agricultura Luiz Paulo Batista (Seagri-RO),&nbsp; a chefe-geral&nbsp; L\u00facia Wadt (Embrapa Rond\u00f4nia), o presidente do Sicoob, Oberdan Ermita Pandolfi, (Sicoob), a diretora t\u00e9cnica da Emater-RO, Fabiana Bezerra&nbsp; (Emater-RO), o produtor e presidente da Caferon, Juan Travian, e Tereza Janete&nbsp; Santos (Minist\u00e9rio do Trabalho).<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho, conduzido pelo&nbsp; pesquisador da <a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/territorial\">Embrapa Territorial<\/a>, SP, <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/equipe\/-\/empregado\/323180\/carlos-cesar-ronquim\">Carlos Ronquim<\/a>, mostrou dados comparativos de cen\u00e1rios nos anos de 2020 e de 2023 para observar os avan\u00e7os dos cafezais sobre \u00e1reas de floresta. O pesquisador enfatiza que a cafeicultura representa somente 0,8% da regi\u00e3o, mas tem potencial para expandir sobre \u00e1reas de pastagens que representam quase metade da regi\u00e3o. &#8220;Com base no Cadastro Ambiental Rural (CAR) observamos que 100% do caf\u00e9 \u00e9 cultivado em pequenas propriedades familiares, em \u00e1reas com pouco mais de 3 hectares&#8221;, complementa.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o pesquisador da Embrapa Rond\u00f4nia, Enrique Alves, cogestor do projeto,&nbsp; cada x\u00edcara de caf\u00e9 Robusta Amaz\u00f4nico&nbsp; tem compromisso com a sustentabilidade ambiental e responsabilidade social.&nbsp; &#8220;Rond\u00f4nia, hoje, \u00e9 o estado com a maior m\u00e9dia global de produtividade do Pa\u00eds e apenas 0,57% dos cafezais atuais \u00e9 oriundo de desmatamento a partir de 2020. Acreditamos que esse modelo de produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 com desmatamento zero pode incentivar pol\u00edticas p\u00fablicas para uma cafeicultura ambientalmente sustent\u00e1vel e mitiga\u00e7\u00e3o dos efeitos do clima\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/1354309\/1529257\/WhatsApp+Image+2024-05-20+at+12.22.38.jpeg\/763e5c52-611b-ad6d-adbf-9f37dabd835a?t=1716218624983\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>A atividade cafeeira envolve mais de 17 mil fam\u00edlias, sendo 10 mil na regi\u00e3o das Matas de Rond\u00f4nia, ber\u00e7o e centro de excel\u00eancia de qualidade dos Robustas Amaz\u00f4nicos, caf\u00e9s reconhecidos entre os melhores do Brasil e do mundo. Para Juan Travian, os dados confirmam que al\u00e9m dos atributos dos Robustas Amaz\u00f4nicos, as \u00e1reas de cultivo n\u00e3o avan\u00e7am sobre a floresta. \u201cEsse m\u00e9rito \u00e9 gra\u00e7as a um conjunto de a\u00e7\u00f5es em parceria que envolve produtores, assist\u00eancia t\u00e9cnica, apoio financeiro e trabalho da pesquisa\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aspectos sociais e econ\u00f4micos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o perfil socioecon\u00f4mico e produtivo dos cafezais apresentado pelo analista da Embrapa Rond\u00f4nia, Calixto Rosa, com base na realidade de 213 produtores de munic\u00edpios contemplados com a Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica Matas de Rond\u00f4nia para Robustas Amaz\u00f4nicos, mostra que o caf\u00e9 responde por mais de 97% das receitas agropecu\u00e1rias, ressaltando a import\u00e2ncia da atividade cafeeira na renda das propriedades.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a grande maioria dos produtores mora na propriedade rural (93%), \u00e9 propriet\u00e1ria dos lotes (77%) e possui mais de 23 anos de experi\u00eancia com o cultivo de caf\u00e9. Esse fator, de acordo com o analista, contribui para maior aprendizado na atividade. J\u00e1 com rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel educacional, 63% dos produtores conclu\u00edram o ensino fundamental e apenas 2% possuem curso superior.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para Calixto \u00e9 fundamental sensibilizar a juventude rural a respeito da import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o, visto que pode refletir no processo de ado\u00e7\u00e3o de tecnologias que exige do produtor maior compreens\u00e3o sobre o que precisa ser implementado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cooperativismo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Oberdan Ermita Pandolfi, presidente das Cooperativas Financeiras do Brasil (Sicoob), uma das institui\u00e7\u00f5es que aportou recursos financeiros para a realiza\u00e7\u00e3o da pesquisa, ressalta que os dados gerados no projeto CarbCaf\u00e9 ajudam a entender melhor a realidade socioecon\u00f4mica, produtiva e ambiental. \u201cEssas informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o insumos e nos propiciam uma s\u00e9rie de <em>insights<\/em> para a formula\u00e7\u00e3o de novas a\u00e7\u00f5es comerciais de inclus\u00e3o financeira do cooperado\u201d, comenta.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNos chamou a aten\u00e7\u00e3o que 40% dos produtores ainda n\u00e3o tiveram acesso a cr\u00e9dito. Essa constata\u00e7\u00e3o mostra que precisamos dar melhor condi\u00e7\u00e3o ao cooperado para acessar um cr\u00e9dito bem estruturado para investir em uma cafeicultura sustent\u00e1vel. Ainda que para isso seja necess\u00e1rio fazer um trabalho de educa\u00e7\u00e3o financeira para quem est\u00e1 inseguro\u201d, complementa.<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp; presidente da Caferon tamb\u00e9m acredita na for\u00e7a da organiza\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva do caf\u00e9 da Regi\u00e3o Matas de Rond\u00f4nia e no modelo de um agroneg\u00f3cio que passa pelas Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas. \u201cO selo traz mudan\u00e7as positivas tanto para o cafeicultor como para a comunidade e pode beneficiar produtos que ainda n\u00e3o t\u00eam esse reconhecimento, como a cacha\u00e7a de Rond\u00f4nia, e, tamb\u00e9m, o ecoturismo na regi\u00e3o que tem muito a oferecer. \u00c9 uma cadeia de oportunidades e o cooperativismo&nbsp; tem contribu\u00eddo para a consolida\u00e7\u00e3o dessas mudan\u00e7as\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/1354309\/1529257\/WhatsApp+Image+2024-05-20+at+12.27.30.jpeg\/3a97078e-b8a6-c59f-0e27-2337b7f5339d?t=1716218908642\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Visita aos cafezais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m fez parte da programa\u00e7\u00e3o do semin\u00e1rio visitas em \u00e1reas de cultivo dos Robustas Amaz\u00f4nicos da etnia Paiter-Suru\u00ed, na Terra Ind\u00edgena Sete de Setembro, do caf\u00e9 Don Bento, dos produtores Deigson Mendes Bento e Dione Mendes Bento e do produtor Juan Travian, todas localizadas na regi\u00e3o das Matas de Rond\u00f4nia,&nbsp; que comercializam, desde 2021, o caf\u00e9 com selo de Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica e j\u00e1 conquistaram premia\u00e7\u00f5es que refor\u00e7am a qualidade desse caf\u00e9 no Brasil e no exterior.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O &nbsp;diretor de Pesquisa e Inova\u00e7\u00e3o da Embrapa, Clenio Pillon, participou da atividade e ficou bastante satisfeito com o trabalho que a Empresa e parceiros desenvolvem no sentido de incentivar a produ\u00e7\u00e3o de um caf\u00e9 com valor sociocultural e hist\u00f3rico que, al\u00e9m de agregar conhecimento e tecnologias, respeita o saber-fazer das popula\u00e7\u00f5es tradicionais. \u201cO papel da Embrapa n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 trazer conhecimento, mas tamb\u00e9m disponibilizar solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas que contribuam com uma produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 em bases agroecol\u00f3gicas, com organiza\u00e7\u00e3o de produtores e gera\u00e7\u00e3o de renda, fatores fundamentais para que os cafeicultores permane\u00e7am na atividade&#8221;, disse o diretor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outro aspecto que o gestor destacou foi o engajamento da iniciativa privada ao enxergar no modo de produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel dos caf\u00e9s Robustas Amaz\u00f4nicos uma oportunidade de neg\u00f3cio que oferece ao consumidor um caf\u00e9 diferenciado e ambientalmente sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o cacique Rafael Mopimop Suru\u00ed ressaltou a import\u00e2ncia do trabalho em parceria com diversas institui\u00e7\u00f5es que atuam na regi\u00e3o, principalmente, com a empresa Tr\u00eas Cora\u00e7\u00f5es. &#8220;Antes n\u00f3s n\u00e3o t\u00ednhamos ideia do que era produzir um caf\u00e9 com qualidade, hoje n\u00f3s temos&nbsp; conhecimento e nos dedicamos para ter cada vez mais um caf\u00e9 melhor. O reconhecimento desse cuidado j\u00e1 chegou para n\u00f3s com os pr\u00eamios que o nosso caf\u00e9 recebeu&#8221;, complementa.<\/p>\n\n\n\n<p>O cacique tamb\u00e9m destacou a import\u00e2ncia do <a href=\"https:\/\/projetotribos.com.br\/\">Projeto Tribos<\/a>,&nbsp; desenvolvido com a Tr\u00eas Cora\u00e7\u00f5es, que foca no protagonismo ind\u00edgena, na prote\u00e7\u00e3o da floresta e na qualidade. Cem por cento do caf\u00e9 produzido \u00e9&nbsp; comercializado por meio dessa iniciativa.<\/p>\n\n\n\n<p>O concurso Tribos \u00e9 uma das iniciativas do Projeto para valorizar e promover a descoberta do m\u00e1ximo potencial de qualidade das lavouras ind\u00edgenas. O resultado s\u00e3o raros microlotes em edi\u00e7\u00f5es limitadas uma vez ao ano com caf\u00e9s 100% Robusta Amaz\u00f4nico de 80 a 90+ pontos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/1354309\/1529257\/PHOTO-2024-05-20-12-54-24.jpg\/aba46289-fb83-04b3-a491-482695c0034d?t=1716221221188\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>De olho na sustentabilidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Andressa Azarias, coordenadora de sustentabilidade da Louis da Dreyfus Company (LDC),&nbsp; empresa que h\u00e1 mais de 20 anos comercializa o caf\u00e9 produzido em Rond\u00f4nia, diz que veio conferir como a cafeicultura est\u00e1 sendo desenvolvida no estado. \u201cHoje, os clientes querem saber a proced\u00eancia e como o caf\u00e9 \u00e9 produzido, principalmente, se \u00e9 um modelo de produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel, sem rela\u00e7\u00e3o com o desmatamento ou trabalho escravo. Essas exig\u00eancias s\u00e3o mais fortes entre os consumidores internacionais, mas tamb\u00e9m j\u00e1 despontam no consumidor brasileiro, mas durante as visitas aos cafezais vimos que os produtores tamb\u00e9m est\u00e3o bastante sensibilizados para as quest\u00f5es ambientais\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A representante da LDC acrescenta que a empresa trabalha com certifica\u00e7\u00f5es para agregar valor ao produto, buscando o equil\u00edbrio entre pilares econ\u00f4micos, sociais e ambientais. \u201cEsses aspectos fazem parte da Stronger Coffee, iniciativa que visa a prosperidade do produtor, por meio de uma agricultura regenerativa com redu\u00e7\u00f5es de emiss\u00e3o de carbono\u201d, explica. Tamb\u00e9m \u00e9 uma pr\u00e1tica da empresa estar pr\u00f3ximo aos produtores para que eles possam ser pr\u00f3speros na cafeicultura e desenvolverem-se ainda mais com tecnologia e suporte tanto nosso quanto de outras entidades.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Projeto CarbCaf\u00e9<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto CarbCaf\u00e9-RO: Estimativa do Carbono Estocado nas Lavouras dos Caf\u00e9s das Matas de Rond\u00f4nia, \u00e9 liderado pela <a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/territorial\">Embrapa Territorial<\/a>, SP, em parceria com a&nbsp; <a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/rondonia\">Embrapa Rond\u00f4nia<\/a>, Cafeicultores Associados da Regi\u00e3o Matas de Rond\u00f4nia (<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/matasderondonia\/\">Caferon<\/a>), banco Sicoob e Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (<a href=\"http:\/\/www.ufscar.br\/\">UFSCar<\/a>). Tamb\u00e9m conta com o apoio&nbsp; do Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RO) e Emater-RO.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte:  Embrapa Rond\u00f4nia <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mapeamento das lavouras de caf\u00e9 Robustas Amaz\u00f4nicos na regi\u00e3o Matas de Rond\u00f4nia constatou que apenas 0,8% da \u00e1rea da regi\u00e3o \u00e9 utilizada para o cultivo do caf\u00e9 e dessa \u00e1rea somente 0,5% possui passivo ambiental. O estudo tamb\u00e9m mostra que nos 15 munic\u00edpios pertencentes \u00e0s Matas de Rond\u00f4nia, mais da metade da \u00e1rea est\u00e1 coberta&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3199,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[20,19],"tags":[],"class_list":["post-3198","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-embrapa","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3198","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3198"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3198\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3204,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3198\/revisions\/3204"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3199"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3198"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3198"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3198"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}