{"id":4284,"date":"2025-04-04T15:49:57","date_gmt":"2025-04-04T19:49:57","guid":{"rendered":"https:\/\/fundapam.com.br\/?p=4284"},"modified":"2025-04-04T15:49:58","modified_gmt":"2025-04-04T19:49:58","slug":"primeiras-propriedades-rurais-recebem-certificado-do-padrao-da-rede-ilpf-em-dia-de-campo-em-ipameri","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/noticias\/primeiras-propriedades-rurais-recebem-certificado-do-padrao-da-rede-ilpf-em-dia-de-campo-em-ipameri\/","title":{"rendered":"Primeiras propriedades rurais recebem Certificado do Padr\u00e3o da Rede ILPF em Dia de Campo em Ipameri"},"content":{"rendered":"\n<p>Marize Porto e S\u00f4nia Bonato foram as primeiras produtoras rurais a receber o certificado de Propriedade Certificada Padr\u00e3o de Verifica\u00e7\u00e3o Rede ILPF [Integra\u00e7\u00e3o Lavoura-Pecu\u00e1ria-Floresta]. Isso significa que as fazendas Santa Br\u00edgida e Palmeiras, ambas no munic\u00edpio de Ipameri (GO), seguem os requisitos institu\u00eddos pela Rede ILPF, auditadas por uma consultoria independente, garantindo que elas cumprem indicadores ambientais, trabalhistas e legislativos estabelecidos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/1355008\/99583177\/sonia.jpeg\/6883f4e8-ae3d-5ad5-eeff-0747daa2c345?t=1743788069613\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Os Bonato produzem, em 50 hectares, soja certificada para exporta\u00e7\u00e3o, silagem de milho para inverno e bovinos para cria, hist\u00f3ria que come\u00e7ou em 2006. \u201cQuando eu cheguei aqui, no primeiro dia de campo da Marize, eu fui pro campo ver como era feito isso [ILPF]. E falei para o meu marido: \u2018Vamos fazer essa pr\u00e1tica de integra\u00e7\u00e3o?\u2019 E ele: \u201cN\u00e3o, \u00e9 muito caro, vamos gastar muito\u2019. E eu falei: \u2018Ent\u00e3o vamos come\u00e7ar com um pedacinho\u2019. Primeiro, fizemos tr\u00eas hectares de milho e fomos aumentando a cada ano\u201d, lembra S\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p>A produtora conta, pela soja certificada, recebem uma bonifica\u00e7\u00e3o, gra\u00e7as aos padr\u00f5es de sustentabilidade implantados com o sistema de Integra\u00e7\u00e3o Lavoura-Pecu\u00e1ria (ILP). Sobre o certificado, ela diz ter ficado surpresa: \u201cEu fiquei muito orgulhosa de estar participando disso. Agora n\u00f3s temos tr\u00eas fontes de renda e todas elas entraram na certifica\u00e7\u00e3o \u2013 do bem-estar animal, da produ\u00e7\u00e3o com responsabilidade, da preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente e de nascentes. Isso faz com que o produtor esteja consciente do papel dele, tanto na sociedade quanto dentro da propriedade\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Marize Porto \u00e9 detentora de uma hist\u00f3ria de sucesso. Os 4 mil hectares que come\u00e7ou a gerenciar em 2006 vinha de um hist\u00f3rico de pastagens degradadas e atividade pecu\u00e1ria de baixa produtividade. Hoje a Santa Br\u00edgida \u00e9 uma propriedade modelo no sistema ILPF, com produ\u00e7\u00e3o integrada de gr\u00e3os, bovinocultura de corte e floresta planta de eucaliptos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os certificados foram entregues no tradicional Dia de Campo da Fazenda Santa Br\u00edgida, que est\u00e1 em sua 15\u00aa edi\u00e7\u00e3o, realizado no \u00faltimo dia 27, em Ipameri (GO). A propriedade \u00e9 refer\u00eancia na implanta\u00e7\u00e3o do sistema de Integra\u00e7\u00e3o Lavoura-Pecu\u00e1ria-Floresta e Unidade de Refer\u00eancia Tecnol\u00f3gica da Embrapa h\u00e1 17 anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mais de 200 pessoas, entre produtores rurais, consultores, professores e t\u00e9cnicos, acompanharam a apresenta\u00e7\u00e3o de tr\u00eas temas: Sistema boi safrinha e evolu\u00e7\u00e3o da Integra\u00e7\u00e3o Lavoura-Pecu\u00e1ria (ILP) na Fazenda Santa Br\u00edgida; Desempenho animal em pastejo rotacionado e sistema de ILP; Produ\u00e7\u00e3o de bovinos em sistemas de ILPF.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Tecnologias em campo<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/1355008\/99583177\/vilela.jpeg\/97d73eac-11ff-1803-19fe-3bc4785a1a7b?t=1743788197686\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>O sistema boi safrinha foi apresentado aos participantes pelo pesquisador Lourival Vilela. Trata-se do o cons\u00f3rcio de milho com braqui\u00e1ria em uma mesma \u00e1rea com objetivo de criar e, muitas vezes, terminar animais na esta\u00e7\u00e3o da seca. Villela apresentou o caso do experimento implantado na Embrapa Cerrados (Planaltina, DF), onde novilhas ganharam, em m\u00e9dia, 900 gramas de peso vivo por dia, durante 55 dias, em pasto de braqui\u00e1ria brizantha, cultivar BRS Piat\u00e3. J\u00e1 na \u00e1rea da Feira Comigo (GO), no experimento em parceria com o Instituto Federal de Rio Verde, com palhada de milho, foi registrado um ganho de at\u00e9 1,2 mil quilo&nbsp;de soja.&nbsp; De acordo com o pesquisador, esse ganho se deve \u00e0 presen\u00e7a das braqui\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>O consultor Roberto Freitas relatou a hist\u00f3ria da fazenda Santa Br\u00edgida: \u201cEm 2006, era usado o sistema de preparo de solo convencional, com gradagem da \u00e1rea. Tivemos uma revolu\u00e7\u00e3o no sistema com a entrada do plantio direto no Brasil Central. Mas, no meu conceito de agricultura, a principal coisa que tem nessa fazenda \u00e9 a diversidade de cultivos, \u00e9 o que faz a diferen\u00e7a\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Freitas conta que eles adotaram na propriedade, al\u00e9m do boi safrinha, o boi safra, tendo em vista os ganhos da produtividade que o pasto proporciona \u00e0 lavoura. Ele garante que a \u00e1rea, com milho no ver\u00e3o, render\u00e1, no m\u00ednimo, cinco sacas a mais de soja, al\u00e9m de um custo de produ\u00e7\u00e3o mais ameno, devido aos res\u00edduos deixados pelo pasto. \u201cHoje, eu tenho plena convic\u00e7\u00e3o de que a agricultura tropical brasileira se transformou na mais eficiente do mundo por conta desses sistemas, dessa diversifica\u00e7\u00e3o, que nos deixa em vantagem competitiva diante dos principais produtores\u201d, afirmou<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/1355008\/99583177\/14.jpeg\/59fdfd8d-a82e-8324-8ee7-d4b5ca818438?t=1743788845211\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o consultor William Marchi\u00f3 contou o caso de uma \u00e1rea que estava tendo uma boa produ\u00e7\u00e3o de soja: 78 sacas por hectare na safra 2019\/2020. Ainda com esse resultado, eles decidiram destinar a \u00e1rea para a produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria. E o resultado foi positivo. O modelo soja- milho-boi, segundo o consultor, rendia R$ 7 mil por hectare. J\u00e1 o modelo adotado, com pastejo rotacionado, atingiu R$ 10 mil. \u201cOu seja, o boi est\u00e1 entregando mais valor \u00e0 fazenda do que todos os outros sistemas. Neste ano, conseguimos produzir 53 arrobas por hectare\u201d, comemora.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Marchi\u00f3 isso acontece porque o boi \u00e9 um prestador de servi\u00e7o fant\u00e1stico para agricultura, um excelente ciclador de nutrientes: \u201cAo comer o pasto, o boi estimula o pasto a emitir mais ra\u00edzes e com isso colocamos na terra a coisa mais preciosa que se pode ter: mat\u00e9ria org\u00e2nica. A cada 1% a mais de mat\u00e9ria org\u00e2nica no solo, eu consigo reter 180 mil litros de \u00e1gua por hectare. Al\u00e9m disso, o boi extrai muito pouco do solo, diferente do gr\u00e3o, que extrai muito\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A propriet\u00e1ria Marize conta sobre essa experi\u00eancia de intensifica\u00e7\u00e3o: \u201cFizemos uma adapta\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea para um pasto rotacionado. Pegamos 800 cabe\u00e7as que estavam em uma fazenda de 800 hectares, ent\u00e3o era uma cabe\u00e7a por hectare, e fomos transferindo os animais aos poucos, para fazer uma adapta\u00e7\u00e3o. No final, os 800 bois, que estavam em 800 hectares, est\u00e3o em um pasto de 80 hectares. A surpresa \u00e9 que eles reagiram muito bem e n\u00f3s conseguimos implantar uma pecu\u00e1ria sustent\u00e1vel e intensiva\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/1355008\/99583177\/roberto.jpeg\/142b8235-f7f5-d2ea-194f-2ab1a949bd2c?t=1743788462969\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores Roberto Guimar\u00e3es e Karina Pulronik falaram dos benef\u00edcios e dos desafios de colocar \u00e1rvores no sistema integrado. Eles contam que a competi\u00e7\u00e3o por luz em \u00e1reas de ILPF \u00e9 o principal limitante da produ\u00e7\u00e3o. \u00c1reas com mais de 200 \u00e1rvores por hectare apresentam perdas significativas de forragem, devido ao sombreamento excessivo. Guimar\u00e3es explica: \u201cCada 1% a menos de radia\u00e7\u00e3o solar na \u00e1rea resulta na redu\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 40 quilos de massa seca de forragem. Em uma \u00e1rea com 40% de sombreamento, temos uma redu\u00e7\u00e3o de aproximadamente 40% na propor\u00e7\u00e3o de perfilhos do pasto, quando comparado ao pleno sol\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Para lidar com essa situa\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s v\u00e1rios estudos e an\u00e1lises, a equipe da Embrapa Cerrados chegou a recomenda\u00e7\u00f5es para alcan\u00e7ar bons \u00edndices para a pecu\u00e1ria em \u00e1rea com floresta: \u201cCom base nos indicadores que obtivemos, os sistemas foram sendo remodelados. Hoje j\u00e1 temos conhecimento que uma popula\u00e7\u00e3o de at\u00e9 100 \u00e1rvores por hectare, o distanciamento entre renques superior a 28 metros e o plantio das \u00e1rvores no sentido leste-oeste favorecem o ganho de peso animal por \u00e1rea em sistemas de ILPF\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para o gado de leite, os benef\u00edcios s\u00e3o ainda maiores. A sombra proporciona maior produ\u00e7\u00e3o de leite, melhor qualidade dos embri\u00f5es e bezerros nascidos com maior peso e melhor imunidade. O consumo de \u00e1gua tamb\u00e9m \u00e9 reduzido em 28%, o que, segundo o pesquisador, pode ser usado com um indicador de sustentabilidade, al\u00e9m do alto potencial de sequestro de carbono no solo e no tronco das \u00e1rvores. \u201cO sistema gera um balan\u00e7o de carbono muito favor\u00e1vel. Isso pode ser utilizado para agregar valor aos produtos gerados, por serem produzidos com baixa emiss\u00e3o ou emiss\u00e3o neutra de carbono\u201d, completa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A repercuss\u00e3o da Integra\u00e7\u00e3o Lavoura-Pecu\u00e1ria-Floresta&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/1355008\/99583177\/17.jpeg\/38a5f157-9573-0532-d754-6d6f61ef3eac?t=1743790713024\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cO dia de campo na fazenda Santa Br\u00edgida j\u00e1 \u00e9 um evento tradicional, quando mostramos pr\u00e1ticas que testamos ao longo dos anos na Embrapa, adaptamos na fazenda e agora n\u00f3s e estamos vendo o resultado das pesquisas funcionando no campo. Isso d\u00e1 muita credibilidade e fomenta o efeito multiplicador do dia de campos\u201d, destaca Sebasti\u00e3o Pedro, chefe-geral da Embrapa Cerrados.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele fala ainda da import\u00e2ncia deste evento de 2025: \u201cTemos dado todo o respaldo cient\u00edfico para essa pr\u00e1tica [ILPF] e neste ano a fazenda Santa Br\u00edgida come\u00e7a a colher seu eucalipto, que, ao longo dos anos, foi uma poupan\u00e7a que foi sendo acumulada\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Francisco Matturro, presidente-executivo da Rede ILPF, ressalta a import\u00e2ncia da pesquisa trabalhando junto com outros parceiros para o avan\u00e7o da agropecu\u00e1ria brasileira: \u201cEsse \u00e9 o Brasil que eu gostaria de ver, com a parceria p\u00fablico-privada funcionando, agregando valor, recuperando pastagens degradadas. Hoje temos cerca de 18 milh\u00f5es de hectares com sistemas integrados, gerando renda, emprego, melhoria do IDH de cada regi\u00e3o, melhorando a vida das pessoas e mudando o patamar da agricultura brasileira\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O jornalista especialista em agroneg\u00f3cio, Frederico Ol\u00edvio, ao percorrer diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds observa o aumento do uso de tecnologias sustent\u00e1veis \u201cNesses \u00faltimos anos, tenho percebido um engajamento ainda maior do produtor rural para uma quest\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 econ\u00f4mica, mas de ele ter tamb\u00e9m uma resposta em termos de ser sustent\u00e1vel e dessa forma ser socialmente mais respons\u00e1vel. E integrar os sistemas \u00e9 a grande ferramenta que o agricultor pode encontrar para ser mais produtivo e sustent\u00e1vel\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/1355008\/99583177\/WhatsApp+Image+2025-04-02+at+14.36.59.jpeg\/e79300ca-7d83-a7eb-6742-37aa9bf5c377?t=1743788257975\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>William Marchi\u00f3 percebe o potencial de escalonamento dos benef\u00edcios dos sistemas integrados para a regi\u00e3o de Ipameri. Ele conta: \u201cEm 2006, n\u00e3o t\u00ednhamos nada, a regi\u00e3o era considerada pobre. A John Deere, por exemplo, tinha duas m\u00e1quinas aqui. Hoje, com certeza tem 800, 1.000 m\u00e1quinas\u201d. Ele explica que houve a cria\u00e7\u00e3o de uma onda de desenvolvimento tecnol\u00f3gico: \u201cA fazenda se vestiu dessa responsabilidade e foi difundindo a tecnologia e houve a irradia\u00e7\u00e3o da ado\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o hoje tem produtor que n\u00e3o coloca pecu\u00e1ria, mas coloca braqui\u00e1ria no sistema e n\u00e3o deixa o solo nu na \u00e9poca da seca. Ele come\u00e7a desse jeito, mas logo entende que aquela pastagem pode se converter em pecu\u00e1ria ou ele pode arrendar para algu\u00e9m colocar gado. Todo esse movimento que a fazenda irradiou chegou em outras fazendas da regi\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte:  Embrapa Cerrados <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marize Porto e S\u00f4nia Bonato foram as primeiras produtoras rurais a receber o certificado de Propriedade Certificada Padr\u00e3o de Verifica\u00e7\u00e3o Rede ILPF [Integra\u00e7\u00e3o Lavoura-Pecu\u00e1ria-Floresta]. Isso significa que as fazendas Santa Br\u00edgida e Palmeiras, ambas no munic\u00edpio de Ipameri (GO), seguem os requisitos institu\u00eddos pela Rede ILPF, auditadas por uma consultoria independente, garantindo que elas cumprem&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4285,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[20,19],"tags":[],"class_list":["post-4284","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-embrapa","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4284","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4284"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4284\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4286,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4284\/revisions\/4286"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4285"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4284"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4284"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundapam.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4284"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}